Depois de 12 anos de pesquisa, finalmente meu trabalho foi coroado, com as comprovações científica de que o fugitivo francês René Belbenoit o verdadeiro Papillon escritor de diversos livros, é realmente o homem que viveu e está sepultado na Vila de Surumú. Desmentido a história oficial de que René Belbenoit teria vivido nos Estados Unidos até sua morte em 1959. Essa farsa foi arquitetada por René e teve a conivência dos famosos escritores americanos, “William La Varre e Blair Niles que durante anos corresponderam-se por carta, quando ele ainda estava na prisão, informados que René iria fugir eles combinaram se encontrar no Panamá. Foto de René Belbeboit encontrada no painel do museu da Ilha de Royale, o texto ao lado afirmava que apos fuga ele teria vivido nos Estados Unidos até sua morte em 1959, o que não é verdade.
Em 02 de maio de 1935, René liderou oito prisioneiros na mais espetacular fuga que se tem notícia daquela Colônia Penal, dias depois desembarcaram na Guiana Inglesa. Em terra firme, René escolheu um companheiro e seguiu para o Panamá onde se encontrou com os escritores. Eles o apresentaram a um cineasta, René mostra-lhe os manuscritos de seu próximo livro “Dry Guillotine”, em português “A Ilha do Diabo”. O cineasta fica encantado com a narrativa da fuga de nove homens fugindo do inferno, e solicita que René escreva a história para o cinema contando a fuga de apenas um fugitivo. René se compromete a reescrever a história desde que eles concordem que seu companheiro entre em solo americano como se fosse ele, estes resolveram ajudá-lo e o homem entrou nos Estados Unidos como sendo René Belbenoit, e publicar Dry Guillotine, e para que ninguém desconfiasse daquela farsa em 04 de abril de 1938 foi publicada na revista americana “Life” três fotografias como sendo do fugitivo francês René Belbenoit entre elas destaco essa tirada no momento em que ele entrou nos Estados Unidos. Para que a farsa desse certo foi tirada essa foto do falso René Belbenoit (palitó) no momento em que ele cumprimentava um policial nova-iorquino.
Sucesso absoluto o livro bate todos os recordes e induz o povo americano a acreditar que aquele francês franzino era de fato René Belbenoit. Certo de que seu plano havia dado certo o verdadeiro René deixa o Panamá e volta para a Guiana Inglesa onde reencontra seus companheiros de fuga. Em 1940 René Belbenoit, Henri Charrière, Mauricio Habert, Joseph Guilhermi Marcel e Marcel Guy, resolvem entram em território Brasileiro, aqui René muda seu sobrenome para Schehr, e durante três décadas viveu na clandestinidade. Em 1972 René estava sego, e com um ferimento horrível no nariz, e o único lugar onde ele poderia operar era em Manaus, para viajar a capital do amazonas ele teria que sair da clandestinidade em território brasileiro, ele foi levado a Boa Vista onde tirou uma carteira de identidade, como estava sego não pode assinar a carteira, que foi assinada pelo responsável.Ele viajou e foi operado de catarata e do ferimento do nariz, voltou enxergando, ao ver a sua identidade notou que nela estava o seu verdadeiro nome, e isso poderia denuncia-lo, imediatamente solicitou que seu nome fosse mudado. E uma segunda via foi tirada em 1975. Segunda via da identidade de René tirada em Roraima em 1975 ela também não foi assinada pelo fugitivo. Na verdade sua assinatura poderia denuncia sua real identidade. Observasse na carteira que o seu verdadeiro sobrenome foi colocado no nome da mãe (Benoit) escrito erradamente tiraram o (Bel)!

Com a minha certeza que René Schehr era René Belbenoit e a minha experiência como fotógrafo resolvi cortar as fotos pela metade e juntá -las a metade de outras A primeira experiência foi entre o suposto René dos Estados Unidos e o verdadeiro René Belbenoit. Elas não se encaixaram, comprovando serem duas pessoas distintas. Esse mesmo procedimento fiz com a metade da foto do verdadeiro René Belbenoit com a outra metade da foto de René Schehr tirada em Roraima como era esperado elas se encaixaram perfeitamente: Comprovado em definitivo que René Schehr é de fato o escritor René Belbenoit. Em 1955 na Vila do Surumú, René conclui os manuscritos do roteiro do filme e o batiza com o seu apelido “Papillon” e do livro com o mesmo nome, com um calhamaço de cadernos René teve dificuldade para enviá-los para o seu xará nos Estados Unidos.
Os Correios não eram confiáveis, René lembrou-se que seu companheiro de fuga Henri Charrière trabalhava como estivador no porto de Caracas, na Venezuela, e que seria mais fácil enviar os manuscritos de navio. René manda os manuscritos, ao recebê-lo Henri viu nele a forma de ficar rico e deixa aquele trabalho pesado. Pagou para que os manuscritos fossem modificados, para dar-se a entender ter sido escrito por ele. Não satisfeito mandou tatuou uma borboleta em seu peito, e passou e exigir que lhes chamassem de Papillon, mais ao se apresentar na França para promover o livro Papillon, não convenceu, chegou ao desespero de afirmar em entrevista a imprensa que o livro era uma obra coletiva e que ele não vivenciara aqueles fatos, para não ser desmascarado fugiu para Madri, desacreditado passou a beber em demasia, falecendo em 1973. Com a comprovação de que Henri foi um impostor, e as provas fotográficas e as comprovações científicas de diversos peritos, estamos, comprovando em definitivo uma das maiores farsas da literatura mundial. Foto da Ilha de Royale, totalmente coberta por coqueirais, ao fundo a Ilha do Diabo. No filme Papillon, na última cena, aparece ator Steve McQueen fazendo o papel de Papillon fugindo em cima de um saco de coco. Muitos se perguntaram: porque não fugiu de Barco? Onde achou esses cocos? Fugir de barco era impossível, eles só apareciam na ilha quando os militares iam abastecer o lugar de água potável, comida ou levar mais prisioneiros. Feito isso, voltavam para Caiena.A grande verdade é que partes dos mantimentos chegavam nas ilhas em sacos.E na ilha sempre tinha muitos cocos no chão, daí René passou a jogá-los no mar para analisar a correnteza. Ao considerar ideal o momento que deveria fugir, ele chamou seus companheiros, pegou sacos vazios, encheu de cocos, amarrou, fez uma jangada que permitiu a fuga do bando de Papillon daquele inferno.
Papillon:
Quando René Belbenoit chegou na Colônia Penal da Guiana Francesa, em 1922 despertou a curiosidade de todos, ele exibia orgulhosamente um “Papillon” azul tatuada em seu peito, em português (borboleta), por ser intelectual e fala quatro idiomas, teve regalias, tais como cuidar da biblioteca em Caiena. Nas oras vagas casava “papillons”, organizava as coleções e repassava para os militares que as vendias por preso altíssima, o lucro era dividido. Carinhosamente René passou a ser chamado por todos de Papillon apelido que o eternizou. Até a segunda metade da década de 60 em Caracas, Henri era conhecido por Henrique, depois que recebeu os manuscritos com o roteiro do filme Papillon, é que ele mandou tatuar uma borboleta azul no peito. Só depois da publicação do livro papillon em 1969 é que os seus vizinhos vieram saber que ele era Papillon!
O verdadeiro escritor francês René Belbenoit foi sepultado no cemitério de São José na vila de Surumú. O verdadeiro Papillon Abdicou a fama, dinheiro e a sua própria pátria, preferindo viver livre em território Brasileiro. 
O cemitério onde a Borboleta (Papillon) fez seu ultimo pouso está abandonado.
Essa é a verdadeira história de Papillon. E é confirmado por renomados peritos entre eles os da Policia Federal LINK PLATÃO PAPILLON A busca de um fotógrafo pela verdadeira história
AS MENTIRAS DE HENRI CHARRIÈRE EX-AGENTE DA CIA “CENTRO DE INTELIGÊNCIA AMERICANA” AJUDA A PROVAR QUE HENRI CHARRIÈRE FOI O MAIOR FARSANTE DA LITERATURA MUNDIAL Não bastava dizer que René Belbenoit era o Papillon escritor de diversos livros, e que Henri Charrière adulterou suas obras, era necessário mostra provas, não desanimei e passei a rastrear os lugares em que Henri Charrière teria passado. El Dorado prisão Venezuelana, citado nos livros Papillon e Banco assinados por Henri Charrière, onde ele afirma ter passado 13 treze anos.
O prisioneiro René Belbenoit chegou na Colônia Penal da Guiana Francesa em 1922 onde passou 13 anos. No roteiro do filme Papillon, e nos livros Papillon e Banco, René Belbenoit narra esses 13 anos vividos naquele inferno. Henri Charrière chegou na Guiana em 1933, juntou-se ao grupo liderado por René Belbenoit, e em 1935 nove homens fugiram espetacularmente em uma jangada feita com dezenas de sacos de cocos amarados a palhas e madeiras. 
Desenho reconstitui com fidelidade a jangada feita com sacos de cocos, que permitiu a fuga de Papillon e seu bando da Colônia Penal da Guiana Francesa.
Henri Charrière passou aproximadamente 02 “dois anos” naquela prisão, mais ao modificar os manuscritos de René Belbenoit, atribuiu para si ter passado 13 anos mais em um presídio venezuelano, conforme pagina 518 do livro Papillon onde lê-se: "Sim, Papillon, vou pô-lo em liberdade amanhã". Essa afirmativa seria do Coronel Francisco Bolagro Ultra, Diretor do Presídio, o qual Henri afirmou haver ensinado matemática, com o intuito de auxiliar-lhe no curso para promoção de patente. Por gratidão, ele o teria liberto e presenteado-lhe com uma carteira de identidade de nº 1.728.629. No livro Banco Henri volta a mentir, ao afirmar ter ficado preso em El Dorado, como lemos na página 9: "Último olhar para o rio, último olhar por cima do ombro do meu carcereiro para a ilha da penitenciária venezuelana no meio do rio, último olhar para o terrível passado que durou treze anos em que me espezinhara m. Humilharam.Esmagaram".
Momento em que eu cumprimentava o militar da Guarda Nacional venezuelana, na entrada da prisão de El Dorado sob o olhar de Bruno Reichlin.
Na continuação da página 23, ele narrar seu encontro com um amigo no momento em que saía da prisão de El Dorado: - Que estás fazendo aí, Papillon? Donde raios é que você caiu? De pára-quedas? Venha dar-me um abraço! Estamos longe da Place Blanche e da cadeia, seu malandro! Não? Mas donde diabos vem você? Está vestido como um senhor e muito menos envelhecido que eu. Respondeu Henri: - Saí de El Dorado. Na verdade Henri foi um mentiroso, ele jamais esteve em El Dorado, prova é que a imaginava uma ilha, o que não verdade. Henri não decorou as mentiras acrescentadas aos livros prova é que ao se apresentar na França em 1972 para promover o livro Papillon entrou em muitas contradições, chegou a afirma que: o livro era uma obra coletiva e que ele não vivenciara aqueles fatos. Foi considerado por parte da imprensa e por intelectuais da época como “falso e impostor”, para não ser desmascarado, ele fugiu para Madri, capital da Espanha, onde faleceu em 1973. Apesar da certeza de que Henri jamais escreveu os livros Papillon e Banco, ninguém jamais descobriu quem realmente foi o autor dessas obras. Essa mentira durou décadas, e começou a ser desvendada em 1993, quando aqui cheguei a Boa Vista! Isso me foi confirmado por Bruno Reichlin, um Suíço Alemão que mora na Venezuela desde a década de 70. Bruno, um ex-agente da “CIA”, Centro de Inteligência Americana, um especialista em armamento, fora enviado para dar treinamento a militares venezuelanos de como manusear as armas que seriam vendidas pelos americanos. Bruno também deu treinamentos ao Grupo Especial de Tropas da Guarda Nacional, tática de guerrilha, sobrevivência de selva, ajudou a reorganizar os presídios, especialmente o de El Dorado; apaixonou-se pela região, naturalizou-se cidadão venezuelano e deixou a CIA para tornar-se “Comandante Instrutor”. Quis o destino que ele recebesse de um amigo o meu livro “Papillon – O Homem Que Enganou O Mundo”, depois de lê-lo e ver as dificuldades que tive para reunir provas, interessou-se pelo assunto e entrou em contato comigo, marcamos um encontro em maio de 2003, aqui em Boa Vista, Bruno contou que Henri era um mentiroso, e prometeu levar-me para visitar o interior da prisão de El Dorado. Em 24 de junho de 2003 e na hora marcada, cheguei naquela prisão. Encontrei Bruno a minha espera, entramos no presídio, fui apresentado ao tenente Garcia, Comandante de plantão, e a outros militares, conversamos bastante, e em dado momento perguntei em que período Henri Charrière esteve preso ali. Foto do pavilhão da prisão de El Dorado. Prisão de segurança máxima da Venezuela onde Henri Charrière afirmou ter ficado preso.
Com as comprovações cientificas de que o fugitivo escritor René Belbenoit viveu, morrei e está sepultado na Vila de Surumú no Estado de Roraima, juntamente com os dois principais companheiros de fuga e personagens de seus livros, ficando comprovado em definitivo que Henri foi o maior mentiroso e jamais escreveu livros. OBS: Americanos e Franceses acreditavam que René Belbenoit apos fuga da Guiana Francesa teria vivido nos Estados Unidos até sua morte em 1959, a grande verdade é que o homem que viveu nos Estados Unidos era um laranja para permiti que o escritor René Belbenoit continuasse em liberdade vivendo em solo brasileiro. Outra prova incontestável é que os dois principais companheiros de fuga e personagens dos livros de René, também viveram e morreram e estão sepultados aqui em Roraima. Respondeu o tenente Garcia: - Isso é boato, não existe nenhum documento que prove que ele ficou preso aqui! Para colocar o militar a par das declarações de Henri, solicitei sua atenção e disse-lhe: - Tenente Garcia, Henri afirmou no livro Papillon que passou 13 anos preso aqui em El Dorado e que foi liberto em 03 de julho de 1944. Ele afirmou também que na sua saída ele recebeu a carteira de Identidade N.º 1.728.629, emitido pela Colônia Penal de El Dorado! Em Banco ele afirma que El Dorado é uma prisão construída no meio do rio, ou seja, uma ilha! Tenente Garcia: - Aí temos três mentiras! El Dorado não é ilha! Também não a nenhum registro que no passado era emitido identidade aqui, tudo era feito em Caracas! E em 03 julho de 1944 o presídio ainda não funcionava, foi inaugurada em 21 de outubro de 1944, conforme documento fixado naquele painel! E Henri jamais ficou preso aqui. Fui até o painel e comprovei, o que o militar dissera, aproveitei para reproduzi-lo: Reprodução feita por Ronald Fries, lê-se no documento: Inaugurado em 21 de outubro de 1944. Esse documento uma prova das mentiras de Henri Charrière. Com essa a comprovação, deixei o presídio. Na expectativa de conseguir a identidade, Bruno orientou-me como consegui-la, seguindo suas informações viajei para Ciudad Guayana, e fui ao prédio do DIEX (Departamento de Identidade Estrangeira). Apresentei-me a funcionária indicada por Bruno, depois das explicações ele introduziu no computador principal o número 1-728.629 da identidade que Henri cita nos livros, lá apareceu as seguintes informações: - Charriero Henry Scherry, nascido em 16-11-1906, emitida em 1951... Sua 1ª renovação aconteceu em 1956. Essas datas não batem, Henri Afirma ter recebido a identidade em 1944 e a data real em que ele a tirou em Caracas foi em 1951, ou seja, 07 (sete anos) de diferença, e (sete) é conta de mentiroso, obviamente ele usou El Dorado como álibi, no final da década de 60 tatuou uma borboleta no peito para se passar por Papillon, mais não conseguiu convencer. Muitos me perguntam: O por que de um prisioneiro fugir da França, e vir se esconder justamente em Roraima. Para situar esses incrédulos, esse mapa responde tudo, A guiana Francesa faz fronteira com o Amapá um estado Brasileiro.
Outra prova incontestável é que os dois principais companheiros de fuga e personagens dos livros de René, também viveram e morreram e estão sepultados aqui em Roraima.
Nome verdadeiro "Maurice Habert" aqui ele abrasileirou "Mauricio Habert" nesse documento ele foi reendentificado em 29 de janeiro de 1963 Um ano depois em 24 de agosto de 1964 ele faleceu.

Joseph Guillermi Marcel e o que mais aparece nos livros de René faleceu em 1970 estranhamente foi sepultado como mulher "Josefa Guilhermina”. Seu terceiro nome, Marcel, não foi colocado. Essa foi a forma encontrada para apagar vestígios do melhor companheiro de René em solo roraimense. Seu nome verdadeiro poderia denunciar a presença do escritor nessa região.
Tempos depois retificaram o atestado de óbito e encima do primeiro nome foi colocado (ph) modificado para Joseph. Essa descoberta e outras despertaram a revolta de alguns. Para impedir que eu continuasse investigando, ameaçara-me, fizeram de tudo para que eu desistisse. Mandaram um comerciante ir a um jornal para dizer que Papillon jamais estivera em Roraima. Ligaram para a produção do programa do Jô Soares, e atrapalharam a minha entrevista. Mas nada disso me intimidou. Ao contrario, motivou-me ainda mais a continuar minha investigação. Percebendo que eu não desistira, financiaram o pesquisador francês Philippe Schmitz para publicar um livro na França que seria a história oficial, no titulo do livro: “Matricule 46635 Lextraordinaire Aventure Du Forçat Qui Inspirou Papillon” em português “Matrícula 46635 A extraordinária Aventura do Condenado Que Inspirou Papillon”.

Nesse título percebe-se que o escritor reconhece que René Belbenoit é de fato o escritor dos livros adulterados por Henri Charrière, tendo em vista que na Colônia Penal da Guiana Francesa o prisioneiro René Belbenoit era identificado pelo numero “46635”. No livro, Schmitz tenta afirmar que o homem sepultado na Vila do Surumú é de fato René Schehr, mais não mostra nenhuma prova documental desta fria afirmação, tais como ficha de condenação uma foto desse tal René Schehr.Schmitz também reconhece que o homem que entrou nos Estados Unidos era um impostor, como lemos nas paginas: 54 / 55:- René se foi do Panamá para os Estados Unidos em março de 1937 e chegou a New York em julho de 1937 com o nome falso! Esse outro trecho chama a atenção pela falta de compromisso de Schmitz pela verdade, ao invés de provar ele lança perguntas que ajudam-me, como essa: - Finalmente, uma só questão subsiste das teses de Platão: René do Surumú (para nós René Schehr) poderia ele ser o verdadeiro autor de “Papillon” e “Banco” do qual Charrière se apropriou dos manuscritos para em seguida os modificar e os publicar com seu próprio nome?.. Na parte seguinte afirma ele: -Isto faz de René do Surumú, incontestavelmente, um grande escritor. Aqui ele reafirma o que digo há anos. Em seguida lança outra dúvida: - Mas então, pode-se pensar que, talvez, ele não teria escrito o que lhe foi roubado? Ora se René não tivesse escrito, com certeza Charrière não o teria roubado, Schmitz usa muito a palavra “talvez”, esse é um recurso de incompetentes quando não têm certeza do que estão dizendo. E para não ser acusado de deselegante diz ele: - Não deu sorte: a essa questão, Platão, apesar de sua “investigação aprofundada” não traz nenhuma resposta. Mais reconhece que Henri buscou inspiração com os livro de Belbenoit como colocou no livro: - Que Charrière buscou inspiração em Belbenoit, como mostram todos os exemplos acima é para nós uma certeza. As afirmações de Schmitz provam que ele não tem compromisso com a verdade, ele apenas tentou desacreditar-me. mesmo sabendo que eu mostrava a verdade, com provas incontestaveis..
Com todas essas provais Mauricio Habert filho foi a uma Radio e a um jornal de Roraima dizer que sou um mentiroso e que em meu livro estou levantado um falso ao seu pai. Lamentavelmente ele não leu as partes em que defendi seu pai, onde eu digo no livro que: Já foi comprovado que René Belbenoit não gostava de Mauricio Habert, por esse motivo levantara um falso ao seu companheiro de fuga Maurice Habert. Lamentavelmente seu filho ainda não compreendeu essa verdade e continua protestando. Todos sabem que Mauricio Habert comprovadamente foi companheiro de fuga de René Belbenoit e de Marcel. Que aqui em Roraima mais precisamente em Normandia Mauricio Implantou o cultivo de Tomates, e que casou na igreja com uma nativa que já tinha três filhos de seu primeiro casamento. Agora vejamos as coincidências. No livro “Dry Guillotine”, em português “A Ilha do Diabo”. Diz o texto na página 32 - “Em Tours, recebemos o nono companheiro de célula, (cela) Maurice Habert. Parisiense como eu. Maurice tinha vinte e sete anos e fora condenado a dez, por crime de roubo. Nas páginas 201 e 202 René diz textualmente: - “à noite tinha de satisfazer os desejos homossexuais de Maurice”. Mesmo que se queira dizer que esse Maurice não é o mesmo Maurice Habert da pagina 32. Coincidentemente nas paginas 243 e 244 do livro Banco, está a transcrição de um dialogo entre o escritor e Marcel. Lá, está claro que o escritor tentou associar fatos vivenciados em Roraima pelo fundador de Normandia (Mauricio Habert) e os colocou no personagem Maturette, que supostamente teria vivido na Venezuela. Na pagina 243 do livro Banco pergunta o escritor: “E agora que faz você, Marcel” Responde Marcel: “Tenho uma plantação de tomates em Morichales”. Em outra passagem, o escritor pergunta: “De que é que você precisa? Diga Marcel”. Responde Marcel: “De umas calças, um par de sapatos, uma camisa e uma gravata”. Na parte seguinte diz Marcel: “É pena, porque você podia transportar os noivos no seu carrão”. O escritor pergunta: “Que noivos? Eu os conheço?”. Responde Marcel: “Não sei. Chama-se Maturette”.Na continuação da pagina 244 diz o escritor:- ”Não se falou mais de partir. No dia seguinte, assistimos ao casamento de Maturette com uma gentil moça cor de café com leite. Não poderia fazer menos do que pagar a conta e vestir os três filhos que eles tinham antes de se apresentarem perante o padre. Foi das raras vezes que lamentei não ser batizado.” Observando atentamente essa transcrição do livro Banco e os fatos vivenciados pelo fundador de Normandia em Roraima, dá para perceber que a história é idêntica, ou seja o Maurice Habert e o Maurice do livro A Ilha do Diabo é a mesma pessoa. Como já foi comprovado que Henri Charrière adulterou os manuscritos de René Belbenoit (o Papillon), obviamente que as modificações deram a entender que esse casamento teria acontecido na Venezuela.
Transcrição na integra da matéria do escritor Jorge Baleeiro publicada em 31 de janeiro de 2005 no Jornal de Beltrão, situado em Francisco Beltrão Município do Estado do Paraná. Titulo: Papillon viveu em Roraima? Papillon, o Homem que enganou o mundo?
O jornalista Platão Arantes, de Boa Vista, Roraima, trava uma luta quase inglória: provar que o célebre Papillon ou Henri Charrière é um impostor e o verdadeiro era René Belbenoit. Platão esteve no “Jô Soares” por sugestão minha. Como havia feito divulgação em boa vista, antes ir, seus inimigos relacionados a essa história do Papillon (que li mas não acreditei muito, cético que sou por tanto e tantas experiências), ligaram para o Jô. Não sei o que disseram à produção. A verdade é que o Jô recebeu-a com muita agressividade, já lhe lançando pedras, levantando duvidas sobre sua pesquisa e o deixando sem condições de fundamentar sua tese. Não tenho elementos para contestar Platão Arantes nem Henri Charrière. Aliais o tema não me interessa muito. Se fosse brasileiro, obviamente teria minha atenção. Seja como for só como registro, quero deixar transcrita nesta coluna a carta de Platão Arantes, datada de 26 de dezembro de 2000, não tomo partido, mais não posso negar que as pesquisas de Platão são serias, levaram tempo e como parte da “estória”, se passa no Brasil, cabe-me como nacionalista apaixonado, estudioso de temas ligado ao Brasil, dar-lhe espaço. O Homem é capaz de tudo por que não acreditar, na estória de Platão Arantes? Para que ele iria inventar essa estória de René? Platão Arantes é jornalista é repórter fotográfico em Boa Vista. É figura muito conhecida em Boa Vista, devo dizer-lhes que não o conheço pessoalmente, mais ele me trata de “padrinho” pelo fato de ter sugerido seu nome para o “programa do Jô”. Só que ele não teve mais que 10 minutos. Chegou sob fogo intenso. Abaixo a carta de que me escreveu: - Padrinho,estive em Caiena capital da Guiana Francesa, visitei as ruínas de diversos presídios, estive na Ilha de Royale, onde se deu a fuga dos noves fugitivos liderados por René, pesquisei na biblioteca e pude comprovar o que eu já dizia no meu primeiro livro, René é realmente o escritor dos livros, também encontrei provas que Henri Charrière era um grosso brigão, o contrario de um homem inteligente. Depois de sete anos de investigação, finalmente vou publicar o segundo livro “Papillon O Homem Que Enganou O Mundo”. Quando Henri charrière chegou na Colônias Penal de Caiena na Guiana Francesa em 1933, René já era personagens de livros e de novela nos Estados Unidos, graças aos artigos escritos na prisão, que foi enviado para a escritora americana sr, Niles, que em 1928 publicou o livro “O Condenado da Ilha do Diabo”, onde René aparece como personagem principal da história foi adaptada para uma novela em 1929, René já era conhecido do publico americano. René fugiu em 1935 e no inicio de 1937 chegou em Nova York nos Estados Unidos onde recebeu o apoio da escritora americana, ela apresentou o fugitivo a um cineasta americano René mostra-lhe os manuscritos, ele os lê e fica impressionado, e solicita de René que reescrevesse a história contando que somente ele fugiu, René garantiu que escreveria somente depois da publicação do seu livro. Meses depois “Dry Guilhotine” chegou as livrarias com extraordinário sucesso, e narrava a figa de oito homens fugindo do inferno. A opinião publica condenou o regime Francês, desmoralizados, eles pediram a extradição do escritor. Com medo de ser preso René foge e volta aa Guiana Inglesa, reencontra seus companheiros de fuga e personagens de seus livros, e em 1940 eles entra em Roraima”. Platão Arantes
plataopapillon@bol.com.br Depois de enviar essa carta ao escrito Jorge Baleeiro, continuei investigando e comprovei em definitivo com a ajuda de peritos renomados, que o homem sepultado na Vila de Surumú é de fato o verdadeiro escritor, e que as suas obras foram roubadas por Henri Charrière. Homenagens (11/01/2006 - 10:20) Na foto deputado Vantan Praxedes prestigiando sua esposa a vereadora Pleneilda no momento da entrega do titulo de Cidadão Boa-Vistense.
Foto Abrão Borges

Platão Arantes Teixeira, um pernambucano que veio para Roraima em 1993 para fazer história. Hoje Platão é conhecido no mundo inteiro como o repórter fotográfico que desmascarou Papillon. É também um dos principais responsáveis pela correção de um erro de geografia que, por séculos, tirou o mérito do acidente geográfico Monte Caburaí (em Roraima) de ocupar o posto de verdadeiro extremo Norte do Brasil. Modesto, Platão Arantes se considera uma pessoa perseverante que luta para conseguir alcançar seus objetivos. Filho de Severino Arantes Teixeira e Elizete Vasconcelos Arantes, Platão nasceu em Recife, Capital de Pernambuco, em 07 de setembro de 1953. Antes de vir para Roraima, trabalhou como repórter fotográfico no Jornal da Semana e Jornal Folha de Pernambuco; também foi servidor municipal nas Prefeituras de Jaboatão e de Recife (ambas em Pernambuco). Ao chegar em Roraima, 1993, o primeiro trabalho de Platão Arantes foi na Prefeitura de Boa Vista. Posteriormente, como repórter fotográfico, trabalhou no jornal O Estado de Roraima. Hoje, Platão já acumula 12 anos de trabalho na Assembléia Legislativa de Roraima (ALE-RR).
Caburaí
Mas um de seus trabalhos de maior destaque foi como secretario de Meio Ambiente e Turismo do Município de Uiramutã, localizado há 350 km da Capital Boa Vista, na região Nordeste de Roraima. Foi nessa época, em setembro de 1998, que Platão Arantes coordenou e relatou a expedição ao Monte Caburaí. A expedição, que teve a participação de diversas entidades governamentais e não governamentais e apoio do Governo do Estado e da Assembléia Legislativa de Roraima (ALE-RR) entrou para a História pelo fato de ter forçado o Ministério da Educação a corrigir um erro secular de geografia por considerar, equivocadamente, o rio Oiapoque (Amapá) como o extremo Norte do Brasil. A expedição serviu para provar que, na verdade, o Monte Caburaí é o verdadeiro extremo Norte brasileiro, por estar localizado nada menos que 84,5 km acima do rio Oiapoque. Feito o devido registro, em 2002 o Ministério da Educação reconheceu a expedição como legítima e determinou a correção nos livros de geografia. Hoje, não se diz mais “do Oiapoque ao Chui”, mas sim: “do Caburaí ao Chui”. Em outubro de 2005, sete anos depois da expedição ao Monte Caburaí, a Assembléia Legislativa de Roraima (ALE-RR), como parte da programação de aniversário de 15 anos de instalação do Poder Legislativo do Estado, realizou uma sessão solene especial para homenagear os expedicionários. Platão Arantes foi um dos homenageados, recebendo a comenda Orgulho de Roraima e uma placa comemorativa dos sete anos da expedição. Veja matéria e fotos da expedição, clicando aqui: Em cache - Páginas Semelhantes
Papillon
Outro trabalho que projetou o nome do repórter fotográfico Platão Arantes para o mundo foi a publicação dos livros “A Farsa de um Papillon – A Historia que a França Quer Esquecer ” e “Papillon, o Homem que Enganou o Mundo”. Os dois trabalhos provam, por meio de anos de pesquisas, que o famoso criminoso francês René Belbenoît (Papillon), depois de fugir da Ilha do Diabo, na Guiana, viveu e morreu na vila de Surumu (Roraima), onde está sepultado. Em setembro de 2005, a revista Isto É publicou uma matéria de seis páginas a respeito da pesquisa de Platão Arantes. A matéria foi reproduzida por jornais, sites e blogs de 15 países, inclusive no site dos Peritos da Polícia Federal (PF), que constataram ser verdadeiros os restos mortais de Papillon, enviados para análise, por meio de material fotográfico. A análise e posterior comprovação científica da tese de Platão Arantes só foi possível depois da intervenção do senador roraimense Mozarildo Cavalcanti que enviou ofício ao Instituto Nacional de Criminalística da PF, solicitando a investigação. Em dezembro de 2005, o trabalho de Platão Arantes foi também reconhecido pela Câmara Municipal de Boa Vista Agora (CMBV) que concedeu-lhe o título de Cidadão Boa-vistense.
IMORTAL

Na foto de Abrão Borges no momento em que Mario Carbajal Presidente da Academia de Letras do Brasil entrega o diploma de posse, a Platão Arantes que passou a ocupar a cadeira 34 da Academia. Platão prepara o livro definitivo sobre o Papillon. Uma homenagem dos colegas publicado no site: http://www.al.rr.gov.br/ Da Assembléia Legislativa do Estado de Roraima. Texto, revisão, atualização Wirismar Ramos PAPILLON EM OUTROS PAISES A comprovação cientifica de que Papillon viveu e está sepultado em Roraima repercutiu em muitos paises: - Em cache - Páginas Semelhantes - Em cache - Páginas Semelhantes - Em cache - -Páginas Semelhantes - Em cache - Páginas Semelhantes - Em cache - Páginas Semelhantes - http://www.terra-mar.org/noticias/mostra.php?n=89760&c=139 Contatos: Platão Arantes Jornalista função Repórter Fotográfico Reg. Profissional nº 1.093 FENAJ plataopapillon@bol.com.br platonarantes@yahoo.com.br www.plataopapillon.blogspot.com Rua Amapá nº 573 Bairro dos Estados Boa Vista Rorama CEP 69 320510. |
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